Procissões, painéis fotovoltaicos, projectos de arquitectura, restauros de arte sacra, obras em adros, igrejas, residências e salões paroquiais. E, até, em casas de banho. Em pouco mais de dois anos, 1,1 milhões de euros saíram dos cofres do Município para serem aplicados maioritariamente em património da Igreja Católica. “É escandaloso”, reage a Associação Cívica República e Laicidade.