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Vigilantes dos centros de saúde continuam sem receber e empresa bateu com a porta

Para evitar uma greve, a Câmara prometeu accionar a caução prestada pela Noite e Dia caso esta não pagasse no prazo de dez dias. Mais de dois meses depois, os trabalhadores continuam sem o dinheiro e o Município diz agora que a empresa se prontificou a pagar o que deve quando até já denunciou o contrato.

PAULO VILA

15 de Abril 2025
Exclusivo
Vigilantes dos centros de saúde continuam sem receber e empresa bateu com a porta
Caso avançasse, a greve de 24 horas que esteve agendada para o dia 3 de Fevereiro poderia conduzir ao encerramento da quase totalidade dos 15 centros de saúde do concelho. Isto porque, entre outras tarefas, na maioria dos casos são os vigilantes que estão incumbidos de abrir e encerrar as instalações e, por esse motivo, perspectivava-se uma grande mobilização e o consequente impacto. Perante o que considerou ser um “compromisso responsável da autarquia”, o sindicato que representa grande parte daqueles trabalhadores desconvocou a
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Jorge Cruz (foto) comprometeu-se a entregar um conjunto de documentos caso o parecer jurídico que o próprio solicitou assim o recomendasse. E recomendou, mas o presidente da EMEC ignorou-o vai para dois meses. O SETE JORNAL quer saber em que circunstâncias dois trabalhadores daquela empresa municipal participaram, no período laboral, em acções de campanha da coligação PSD/CDS.

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“Espero que este seja um livro que não só ensine, mas que mude a forma como olhamos para o céu”

Foi escrito na Austrália, mas é direcionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.

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Compra de notícias e entrevistas feita pela Câmara “não é legalmente possível”

Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.

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