Barcelos aproxima-se dos lugares cimeiros no índice de transparência municipal da Dyntra
Continua a não satisfazer metade dos indicadores analisados, mas já abandonou os últimos lugares da tabela naquele índice de transparência municipal. Entre as 50 maiores cidades, passou de 47.º para 13.º em pouco mais de um ano.
Apesar de ter recuado 15% face a Outubro de 2024, quando alcançou o melhor desempenho ao dar resposta a 63,77% dos 139 parâmetros avaliados, o Município saiu do fundo da tabela e, em Março, ocupa a 22.ª posição entre 202 câmaras analisadas pela Dyntra, uma organização internacional sem fins lucrativos sediada em Bruxelas, na Bélgica. Em Dezembro de 2023, de um universo de 121 municípios observados, ocupava a 100.ª posição e, no ranking das 50 maiores cidades, ficava-se pelo 47.º lugar.
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Há 22 anos que o clube tem no Estádio Cidade de Barcelos a sua “casa”. O Município reconhece que os custos com a gestão corrente daquele equipamento são consideráveis, mas continua sem vincular o Gil Vicente a um contrato de cedência que, por força da lei, terá de assumir as despesas e encargos da sua conservação e a manutenção. Em 2022, o executivo municipal tentou regularizar a situação, mas, apurou o SETE JORNAL, o clube recusou.
Nada bate certo nos esclarecimentos que o Município tem vindo a dar sobre a forma como criou e vai resolver a desconformidade denunciada pelo SETE JORNAL. Desta feita, desdisse a informação que prestou há menos de duas semanas, mas recusa dar mais detalhes.
Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.
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