Condenado por corrupção faz orçamentos da Câmara mesmo não tendo ligação ao Município
A autarquia nega e o ex-vereador optou pelo silêncio. As provas e os testemunhos reunidos pelo SETE JORNAL são claros. Já sem vínculo à Câmara, foi Domingos Pereira (foto) quem arquitectou os dois últimos orçamentos municipais, decidindo o destino de 263 milhões de euros. O caso foi denunciado ao Ministério Público.
“Eu não quero acreditar que o poder local tenha descido tão baixo”. A reacção é do presidente da Frente Cívica, Paulo de Morais, que confessa “nunca” ter “ouvido uma coisa tão esdrúxula” acerca do funcionamento de uma Câmara. Por isso, este caso “ultrapassa todos os limites, pelo insólito”, diz. “Se há uma pessoa externa ao Município que, com base em documento nenhum, tem capacidade de intervir no Orçamento, isto é anti-democrático e viola, do meu ponto de vista, a própria legislação autárquica”.
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A situação já tem uma semana e a CP recusa dar explicações. Sem que se percebam os motivos da decisão, o comboio internacional está suprimido em todo o trajecto e o intercidades que, de segunda a sábado, faz a ligação Valença-Lisboa e volta, deixou de circular entre a cidade alto-minhota e o Porto.
A cumprir os últimos dias do segundo mandato à frente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga, o eurodeputado (foto) recandidata-se ao cargo. Desta vez, terá (pelo menos) um adversário para disputar as eleições, que assumiu oficialmente a candidatura no mesmo dia em que Paulo Cunha comunicou a intenção de entrar na corrida, embora negue tê-lo feito.
António José Seguro mais do que duplicou o resultado obtido na primeira volta e ganhou as eleições presidenciais em Barcelos com 62,88% dos votos. Em três das 65 freguesias do concelho, André Ventura superou a votação do adversário. Não tendo ido além dos 3,86%, o número de votos em branco quase triplicou.
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