Testemunha cortou os pulsos quando estava a ser interrogada num julgamento por tráfico de droga
O homem de 46 anos foi assistido pelos sapadores bracarenses ainda no interior da sala de audiências, sendo depois conduzido ao Hospital de Braga para receber tratamentos. A circunstância motivou a interrupção do julgamento.
O incidente deu-se na manhã de hoje, 11, às 12h15, no Tribunal de Braga, quando decorria um julgamento com seis arguidos – três dos quais em prisão preventiva – acusados de tráfico de droga levado a cabo no Bairro de Santa Tecla, naquela cidade. A necessidade de socorrer a testemunha levou a juíza-presidente, Lisa Costa, a suspender os trabalhos, que recomeçaram da parte da tarde.
Na ocasião, Domingos Carvalho Fernandes, residente em Braga, estava a ser inquirido pelo Ministério Público (MP) quando o procurador mandou extrair certidão
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O Ministério Público confirma que a convocatória dos quatro eleitos do PS para a instalação da Assembleia de Gamil e Midões não cumpriu todas as formalidades exigidas por lei, mas considera que isso não os impediu de participar na sessão. O procurador entende que todos tiveram conhecimento atempado da data, mas decidiram não comparecer e deixaram passar o prazo para contestar a irregularidade, classificando como “falsa e abusiva” a alegação de que foram impedidos de tomar posse. Ao SETE JORNAL, os eleitos avançam que vão recorrer da decisão.
A revisão que entra em vigor a 1 de Outubro alarga de forma significativa os contratos que podem ser entregues através de procedimentos fechados – isto é, limitando a concorrência – e, ao mesmo tempo, reduz mecanismos de fundamentação e escrutínio. Organização alerta para “sinais opostos” numa área da despesa pública particularmente exposta à corrupção.
Depois de ter recorrido ao ajuste directo para comprar “serviços” a jornais e empresas de comunicação em procedimentos que o SETE JORNAL demonstrou serem ilegais, a Câmara de Barcelos voltou a utilizar exactamente o mesmo mecanismo para contratar, desta feita, publicidade a três rádios, tendo ocultado documentação relativa aos procedimentos em causa. Antena Minho, Onda Viva e Rádio Barcelos firmaram, no conjunto, adjudicações no valor de 82.800€, aos quais acresce IVA, através de processos em que o Município voltou a invocar “critérios materiais” para afastar a concorrência.
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