Por falta de clareza da decisão instrutória, julgamento do “caso G Protect” foi suspenso
A primeira sessão ficou reduzida à identificação dos arguidos. As dúvidas lançadas por alguns dos advogados quanto à compreensibilidade da decisão do juiz de instrução criminal travou o avanço dos trabalhos, desta feita, para vista do processo ao Ministério Público.
Adiado continuamente desde Abril de 2024, o julgamento dos 13 arguidos acusados pelo Ministério Público (MP) de participarem num “esquema” com o objectivo de “favorecer” uma empresa de segurança privada (G Protect) em procedimentos de contratação lançados pelo Município de Barcelos foi interrompido hoje, 30, no Tribunal de Braga. A 7 deste mês, por falta de notificação de um dos arguidos, aquela que seria a primeira audiência nem sequer arrancou.
Agora, os trabalhos não passaram da fase das exposições introdutórias. A primeira
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A situação já tem uma semana e a CP recusa dar explicações. Sem que se percebam os motivos da decisão, o comboio internacional está suprimido em todo o trajecto e o intercidades que, de segunda a sábado, faz a ligação Valença-Lisboa e volta, deixou de circular entre a cidade alto-minhota e o Porto.
A cumprir os últimos dias do segundo mandato à frente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga, o eurodeputado (foto) recandidata-se ao cargo. Desta vez, terá (pelo menos) um adversário para disputar as eleições, que assumiu oficialmente a candidatura no mesmo dia em que Paulo Cunha comunicou a intenção de entrar na corrida, embora negue tê-lo feito.
António José Seguro mais do que duplicou o resultado obtido na primeira volta e ganhou as eleições presidenciais em Barcelos com 62,88% dos votos. Em três das 65 freguesias do concelho, André Ventura superou a votação do adversário. Não tendo ido além dos 3,86%, o número de votos em branco quase triplicou.
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