Miguel Costa Gomes absolvido. Funcionários municipais condenados por falsificação agravada
O Tribunal de Braga absolveu esta tarde o ex-presidente da Câmara de Barcelos (foto) dos quatro crimes de que estava acusado. Os técnicos superiores arguidos no processo acabaram condenados a um ano e nove meses de prisão, com pena suspensa, pelo crime de falsificação de documento. (Notícia actualizada)
Membros do júri do procedimento de contratação que deu origem ao processo cujo acórdão foi conhecido ao início da tarde de hoje, 7, Ana Maria Vila-Chã, Lia Carvalho e Filipa Lopes terão ainda de entregar uma quantia monetária aos Bombeiros Voluntários de Barcelos. O outro arguido, Tiago Carvalho, foi condenado nos mesmos termos.
Estavam acusados dos crimes de prevaricação, abuso de poder e falsificação de documento, sendo que Miguel Costa Gomes e Filipa Lopes defendiam-se, ainda, de um crime de perseguição agravado. Apesar de
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Nada bate certo nos esclarecimentos que o Município tem vindo a dar sobre a forma como criou e vai resolver a desconformidade denunciada pelo SETE JORNAL. Desta feita, desdisse a informação que prestou há menos de duas semanas, mas recusa dar mais detalhes.
Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.
No próximo ano sairão dos cofres da Câmara mais 2.224.435€, muito embora o orçamento que a Assembleia Municipal vota hoje, 29, tenha inscrito um montante inferior em 11,44%, pondo em causa a legalidade da deliberação. Aprovado em 2020, o saneamento financeiro continua a ser adiado e apesar do aumento exponencial das transferências, a saúde das contas da empresa é de grande vulnerabilidade.
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