De legalidade duvidosa, subsídios da Câmara à APM são utilizados para pagar rendas a vereador
José Paulo Matias (foto, à esq.) é vereador e dirigente da Associação de Patinagem do Minho (APM). A esta, o Município de Barcelos tem concedido milhares de euros em subsídios que, entre outras despesas de funcionamento, servem para pagar rendas ao senhorio… José Paulo Matias. No seguimento desta investigação, a Câmara liderada por Mário Constantino (à dir.) optou por ocultar documentos ao SETE JORNAL.
Já a espreitar um lugar que viria a ocupar a 1 de Maio de 2023 – na sequência da renúncia de Domingos Pereira (ao centro, na foto), após a Relação de Guimarães ter confirmado a condenação por um crime de corrupção no exercício de funções públicas –, foi ainda na qualidade de presidente da direcção da APM que, três meses antes, José Paulo Matias reencaminhou ao presidente da Câmara um pedido de apoio financeiro que dizia ser “essencial” para a “sobrevivência” da Associação.
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A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
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