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Barcelos

De legalidade duvidosa, subsídios da Câmara à APM são utilizados para pagar rendas a vereador

José Paulo Matias (foto, à esq.) é vereador e dirigente da Associação de Patinagem do Minho (APM). A esta, o Município de Barcelos tem concedido milhares de euros em subsídios que, entre outras despesas de funcionamento, servem para pagar rendas ao senhorio… José Paulo Matias. No seguimento desta investigação, a Câmara liderada por Mário Constantino (à dir.) optou por ocultar documentos ao SETE JORNAL.

PAULO VILA

31 de Outubro 2025
Exclusivo
Investigação
De legalidade duvidosa, subsídios da Câmara à APM são utilizados para pagar rendas a vereador
Já a espreitar um lugar que viria a ocupar a 1 de Maio de 2023 – na sequência da renúncia de Domingos Pereira (ao centro, na foto), após a Relação de Guimarães ter confirmado a condenação por um crime de corrupção no exercício de funções públicas –, foi ainda na qualidade de presidente da direcção da APM que, três meses antes, José Paulo Matias reencaminhou ao presidente da Câmara um pedido de apoio financeiro que dizia ser “essencial” para a “sobrevivência” da Associação. Antes e depois, neste e em mandatos
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Barcelos
Exclusivo

MP arquiva queixa dos eleitos do PS, mas confirma falha na convocatória em Gamil e Midões

O Ministério Público confirma que a convocatória dos quatro eleitos do PS para a instalação da Assembleia de Gamil e Midões não cumpriu todas as formalidades exigidas por lei, mas considera que isso não os impediu de participar na sessão. O procurador entende que todos tiveram conhecimento atempado da data, mas decidiram não comparecer e deixaram passar o prazo para contestar a irregularidade, classificando como “falsa e abusiva” a alegação de que foram impedidos de tomar posse. Ao SETE JORNAL, os eleitos avançam que vão recorrer da decisão.

Justiça
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Nacional

Novo Código dos Contratos Públicos aumenta risco de corrupção, alerta Transparência Internacional

A revisão que entra em vigor a 1 de Outubro alarga de forma significativa os contratos que podem ser entregues através de procedimentos fechados – isto é, limitando a concorrência – e, ao mesmo tempo, reduz mecanismos de fundamentação e escrutínio. Organização alerta para “sinais opostos” numa área da despesa pública particularmente exposta à corrupção.

Sociedade
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Barcelos
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Investigação

Câmara reincide nos ajustes directos ilegais e adjudica 82.800€ a três rádios

Depois de ter recorrido ao ajuste directo para comprar “serviços” a jornais e empresas de comunicação em procedimentos que o SETE JORNAL demonstrou serem ilegais, a Câmara de Barcelos voltou a utilizar exactamente o mesmo mecanismo para contratar, desta feita, publicidade a três rádios, tendo ocultado documentação relativa aos procedimentos em causa. Antena Minho, Onda Viva e Rádio Barcelos firmaram, no conjunto, adjudicações no valor de 82.800€, aos quais acresce IVA, através de processos em que o Município voltou a invocar “critérios materiais” para afastar a concorrência.

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