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Braga

Da escravidão nas pedreiras aos milhões com que constrói a felicidade

As mãos que as lascas das pedras feriram com violência quando tinha apenas 6 anos são as mesmas que ajudaram a construir um grupo empresarial que alberga no seu complexo mais de 2000 obras de arte. José Teixeira é o mentor do que de mais inesperado há numa empresa que assume ter uma certa “dose de loucura colectiva”.

PAULO VILA

26 de Dezembro 2023
Da escravidão nas pedreiras aos milhões com que constrói a felicidade
É muito provável que a dura infância e adolescência de José Gonçalves Teixeira lhe tenham apagado dos sonhos qualquer possibilidade de, aos 63 anos, liderar um grupo empresarial de referência nacional que alberga cerca de 2700 trabalhadores distribuídos por 70 empresas e que, no seu conjunto, facturam anualmente mais de 400 milhões de euros. E talvez seja por isso, também, que “o cheiro da pedra e da madeira” lhe continuam a trazer à memória muitas recordações daqueles tempos difíceis quando, ainda criança, se magoava “todos
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O Ministério Público confirma que a convocatória dos quatro eleitos do PS para a instalação da Assembleia de Gamil e Midões não cumpriu todas as formalidades exigidas por lei, mas considera que isso não os impediu de participar na sessão. O procurador entende que todos tiveram conhecimento atempado da data, mas decidiram não comparecer e deixaram passar o prazo para contestar a irregularidade, classificando como “falsa e abusiva” a alegação de que foram impedidos de tomar posse. Ao SETE JORNAL, os eleitos avançam que vão recorrer da decisão.

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A revisão que entra em vigor a 1 de Outubro alarga de forma significativa os contratos que podem ser entregues através de procedimentos fechados – isto é, limitando a concorrência – e, ao mesmo tempo, reduz mecanismos de fundamentação e escrutínio. Organização alerta para “sinais opostos” numa área da despesa pública particularmente exposta à corrupção.

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Investigação

Câmara reincide nos ajustes directos ilegais e adjudica 82.800€ a três rádios

Depois de ter recorrido ao ajuste directo para comprar “serviços” a jornais e empresas de comunicação em procedimentos que o SETE JORNAL demonstrou serem ilegais, a Câmara de Barcelos voltou a utilizar exactamente o mesmo mecanismo para contratar, desta feita, publicidade a três rádios, tendo ocultado documentação relativa aos procedimentos em causa. Antena Minho, Onda Viva e Rádio Barcelos firmaram, no conjunto, adjudicações no valor de 82.800€, aos quais acresce IVA, através de processos em que o Município voltou a invocar “critérios materiais” para afastar a concorrência.

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