A primeira iniciativa terá lugar na próxima terça-feira, 9, com a deslocação de Elisabete da Cunha à Praça da Alegria, da RTP1. Dois dias depois, a 11 de Junho, a autora estará na Feira do Livro de Lisboa. O contacto com os leitores acontece a partir das 18h00, no espaço Presença, que editou O que se passa acima das nossas cabeças, sob a chancela da Manuscrito.
No dia seguinte, a astrofísica desloca-se aos estúdios da Antena 3 para participar na Prova Oral, um programa do locutor e apresentador Fernando Alvim. A 18 de Junho, é a vez da Fnac do NorteShopping receber a cientista minhota. A sessão está marcada para as 18h30 e conta com a apresentação de Miguel Gonçalves, astrónomo e rosto d’A Última Fronteira, um magazine semanal da RTP dedicada à astronomia e à exploração espacial.
A 20 e 25 de Junho, respectivamente, em Barroselas e Viana do Castelo, Elisabete da Cunha falará para os da ‘casa’. A sessão na vila onde desenvolveu o “fascínio” pela astronomia acontece às 16h00, no Centro Social e Cultural de Barroselas. Já na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, o encontro está agendado para as 17h00.
A Fábrica Ciência Viva de Aveiro acolhe a autora a 3 de Julho, enquanto que o Parque de Astronomia de Constância, que também faz parte da Rede Nacional de Centros Ciência Viva, recebe-a no dia seguinte. Elisabete da Cunha passará também pela Almedina de Coimbra, mas a apresentação ainda não tem data estabelecida.
A astrofísica está entre o reduzido número de cientistas que já tomou as rédeas de dois dos mais impressionantes telescópios do mundo – James Webb e ALMA. Pela Clarivate Analytics, foi reconhecida como Highly Cited Researcher, distinção atribuída a cientistas cujos trabalhos estão entre os mais citados do mundo. E, em 2022, a comunidade portuguesa da Austrália Ocidental concedeu-lhe o prémio WA Portuguese Citizen of the Year.
Em O que se passa acima das nossas cabeças o propósito é claro. “Vou contar-lhe como a astronomia evoluiu desde a mera contemplação do céu a olho nu até às mais recentes descobertas sobre o Universo, possibilitadas pelos últimos avanços tecnológicos, e o que esperamos desvendar no futuro”, aponta a cientista.