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Região

“Espero que este seja um livro que não só ensine, mas que mude a forma como olhamos para o céu”

Foi escrito na Austrália, mas é direccionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.

PAULO VILA

14 de Abril 2026
“Espero que este seja um livro que não só ensine, mas que mude a forma como olhamos para o céu”
“São raríssimos os astrónomos portugueses que têm a generosidade de sair da sua zona de conforto e partilharem a sua sabedoria desta maneira”. O comentário é de Miguel Gonçalves, autor da rubrica A Última Fronteira, na RTP, e Gestor de Promoção e Divulgação de Ciência da Fundação da Juventude. Para o também astrónomo, a quem a autora dirigiu o convite para, a 18 de Junho, fazer a apresentação do livro no Porto, Elisabete da Cunha “reina na terra dos cangurus”, mas “o seu quilate científico” é “reconhecido em todo
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Caso G Protect: leitura do acórdão adiada para 28 de Outubro por atraso na deliberação do colectivo

A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.

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Crise política na Junta de Manhente ameaça provocar eleições intercalares

A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.

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