Animação “Viana, a Lenda dos Corações de Ouro” estreia nos cinemas a 19 de Novembro
O filme português de animação “Viana, a Lenda dos Corações de Ouro”, de Rodrigo Carvalho, vai estrear-se nos cinemas a 19 de Novembro, revelou o produtor Rui Miranda (foto). A longa-metragem, produzida pela Watermelon Productions, inspira-se numa lenda de Viana do Castelo, tem uma grande componente musical e terá duas versões, em português e em inglês.
Na apresentação do filme, ontem, 28, em Lisboa, no âmbito dos Encontros do Cinema Português, Rui Miranda disse que este inclui várias referências à arquitetura vianense, à filigrana, aos lenços de namorados e à guitarra portuguesa. O produtor quer que o filme tenha em Portugal “o maior ‘box office’ de sempre” – receita de bilheteira –, revelando que será igualmente vendido para cerca de 20 mercados internacionais.
Em Outubro passado, numa apresentação do projecto em Viana do Castelo, Rui Miranda explicava que o filme
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A revisão que entra em vigor a 1 de Outubro alarga de forma significativa os contratos que podem ser entregues através de procedimentos fechados – isto é, limitando a concorrência – e, ao mesmo tempo, reduz mecanismos de fundamentação e escrutínio. Organização alerta para “sinais opostos” numa área da despesa pública particularmente exposta à corrupção.
Depois de ter recorrido ao ajuste directo para comprar “serviços” a jornais e empresas de comunicação em procedimentos que o SETE JORNAL demonstrou serem ilegais, a Câmara de Barcelos voltou a utilizar exactamente o mesmo mecanismo para contratar, desta feita, publicidade a três rádios, tendo ocultado documentação relativa aos procedimentos em causa. Antena Minho, Onda Viva e Rádio Barcelos firmaram, no conjunto, adjudicações no valor de 82.800€, aos quais acresce IVA, através de processos em que o Município voltou a invocar “critérios materiais” para afastar a concorrência.
As versões apresentadas por Miguel Costa Gomes e Joaquim Couto após serem detidos, em 2019, foram hoje reproduzidas em tribunal, a pedido do Ministério Público, depois dos cinco arguidos terem optado por não prestar declarações. Nelas, o antigo presidente da Câmara de Barcelos rejeitou as acusações e sustentou que as contratações das empresas de Manuela Sousa foram “sempre” conduzidas pelo então vice-presidente Domingos Pereira (ambos na foto).
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