Vereador anuncia investigação interna aos serviços que tutela após denúncia do SETE JORNAL
Quarenta anos depois, a Câmara de Barcelos vai ser alvo de uma “sindicância”. Desta feita, as suspeitas recaem sobre a Divisão de Fiscalização e Contraordenações, tutelada por Carlos Eduardo Reis (foto). O anúncio partiu do próprio vereador e surge na sequência das notícias do SETE JORNAL sobre a construção ilegal de um altar em Balugães que vai agora ser… “vedado”.
Nos esclarecimentos enviados ao SETE JORNAL, é Carlos Eduardo Reis quem, para além do anúncio, se encarrega de tornar claro “o que se pretende apurar” com a instauração deste procedimento administrativo. “A sindicância é um processo interno de investigação, com previsão legal, que tem como objectivo apurar factos relacionados com o funcionamento de órgãos, de serviços ou de unidades orgânicas da administração pública. É vulgarmente utilizada para garantir a transparência e a eficiência na gestão pública, permitindo a
A informação com qualidade, rigor, actual e feita por jornalistas profissionais só é possível pagando àqueles
que a produzem o justo valor pela responsabilidade pública que assumem. E a independência e a capacidade para
escrutinar os poderes públicos e os seus abusos serão tanto maiores quanto maior for o número de leitores que se
disponibilizarem para pagar esse trabalho.
Apoie a causa do jornalismo livre e ajude-nos a fazer do SETE JORNAL a sua voz a favor de uma
sociedade mais
justa, esclarecida e verdadeira.
Para continuar a ler este e outros artigos exclusivos torne-se
assinante.
A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
Se pretender receber no seu e-mail os tópicos das principais notícias do SETE JORNAL, subscreva a nossa newsletter. Faremos um uso regrado desta ferramenta e comprometemo-nos a não inundar-lhe a caixa de correio.