Na classificação mundial, a UNIPVC surge na 260.ª posição entre as 2016 instituições de ensino superior de 110 países avaliadas nesta 17.ª edição do ranking. A Universidade Nova ocupa o 145.º lugar e a Universidade do Minho o 130.º, mantendo-se ambas à frente da instituição de Viana do Castelo também na classificação internacional.
Face à edição de 2025, a UNIPVC aumentou a sua pontuação em 237,5 pontos, passando a atingir 79,1% da cotação máxima possível. O ranking passou este ano a considerar sete dimensões de sustentabilidade, com a introdução de um novo parâmetro dedicado à governação e digitalização, que alarga a avaliação a áreas como a transparência institucional, mecanismos de integridade, estruturas de sustentabilidade e utilização das tecnologias de informação e comunicação.
É precisamente nesta nova dimensão que a UNIPVC regista o seu melhor desempenho, com 1050 pontos em 1100 possíveis, correspondentes a 95,5% da pontuação máxima. Em energia e alterações climáticas, indicador com maior peso na classificação global, obteve 1850 dos 2000 pontos possíveis, ou seja, 92,5%.
A instituição vianense arrecadou ainda 875 pontos em 1100 alcançáveis tanto em ambiente e infra-estruturas como na gestão da água, o equivalente a 79,5% da classificação máxima em ambas as dimensões. No primeiro destes parâmetros, que considera, entre outros aspetos, os espaços verdes e naturais, acessibilidade, segurança, saúde e biodiversidade, a UNIPVC registou a segunda melhor pontuação nacional.
Nos restantes domínios, a Universidade Politécnica somou 1250 pontos em gestão de resíduos, 1175 em transportes e mobilidade e 837,5 em educação e investigação. Energia e alterações climáticas, governação e digitalização representam, em conjunto, 31% da pontuação máxima do ranking.
O UI GreenMetric é apresentado pelos seus promotores como o “maior sistema global de classificação de universidades dedicado à avaliação do desempenho das instituições em matéria de sustentabilidade”. A edição de 2026 introduziu, além da nova dimensão de governação e digitalização, uma abordagem que procura avaliar a sustentabilidade também através da organização e do desempenho integrado das instituições.
Carlos Rodrigues, o reitor da UNIPVC, vê nestes resultados um compromisso que atravessa as diferentes áreas de actividade da instituição. “A sustentabilidade tem de estar presente nas decisões que tomamos diariamente, desde a forma como gerimos a energia e os nossos espaços até à organização dos serviços, à investigação e à formação dos estudantes”.