ULS Barcelos/Esposende ‘líder’ no incumprimento dos tempos máximos de acesso a cuidados de saúde
Apresenta dos “níveis mais reduzidos de actividade assistencial” e está entre as piores do País no que toca a cirurgias e consultas realizadas para além dos Tempos Máximos de Resposta Garantidos (TMRG). No caso das consultas, a percentagem de utentes cujo atendimento não respeitou os prazos definidos por lei é agora de 66,2%. Nas cirurgias programadas, o incumprimento supera os 35%. A administração da ULS justifica os números com o “aumento muito significativo da procura assistencial”.
Os dados constam de um estudo divulgado hoje, 17, pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS) onde é analisado o “funcionamento” das 39 Unidades Locais de Saúde existentes em Portugal continental. No que respeita à ULS Barcelos/Esposende (ULSBE), na qual está integrado o Hospital de Santa Maria Maior, tanto nas cirurgias programadas como nas primeiras consultas hospitalares, os níveis de incumprimento dos TMRG estão entre os mais elevados do País.
No que concerne às cirurgias, a percentagem de doentes em que os tempos de espera excede
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Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.
Pedro Miguel Ferreira (foto) dispunha de 30 dias para requerer a suspensão da inscrição junto da Ordem depois de, no passado dia 10 de Novembro, ter sido designado vereador (com pelouros) da Câmara de Barcelos. O Conselho Regional do Porto confirma ao SETE JORNAL que a inscrição mantém-se “activa”. Já o advogado não presta declarações.
Os contratos assumem a forma de “aquisição de publicidade institucional do Município”, mas o clausulado técnico remete para a prestação de “serviços” de “divulgação jornalística”, “entrevistas” e, até, acompanhamento de “conferências de imprensa”. A Câmara recusa-se a entregar documentos relacionados com os processos de contratação, enquanto que o regulador da comunicação social já fez saber que vai avançar com um procedimento de “averiguações preliminares”.
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