Tregosa, onde a falta de água fecha negócios e as captações colocam em risco a saúde pública
É um caso único em todo o concelho. As habitações estão dotadas de ramais de abastecimento há mais de 15 anos, mas vão continuar sem água porque “não será possível” antecipar um investimento de 300.000€. Os furos e poços são focos alarmantes de contaminação bacteriológica que, em alguns casos, fornecem água que “nem para tomar banho” é adequada.
É, como o SETE JORNAL noticiou, uma das dez freguesias excluídas pela Câmara dos planos de investimento – o municipal e o da concedente –, razão pela qual vão continuar, por longos anos, a não ter acesso a uma rede de saneamento. Mas em Tregosa também não há água pública. A que existe serve apenas a zona baixa da aldeia e chegou ali, tem muitos anos, pelas mãos dos Serviços Municipalizados de Saneamento Básico Viana do Castelo (SMSBVC).
Desde então, a freguesia cresceu, a pressão urbanística aumentou e, com ela, a necessidade
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A sexta edição da REDEscolas AntiCorrupção vai envolver 108 escolas, das quais 100 em Portugal e oito em Angola, Brasil, França e Moçambique, mas nenhuma pertence ao concelho de Barcelos, apesar de todos os agrupamentos escolares terem sido convidados a aderir. No distrito de Braga, cinco estabelecimentos ou agrupamentos de ensino integram o programa destinado a sensibilizar os alunos para a corrupção e a promover uma cultura de integridade e participação cívica.
O preço mediano da habitação em Barcelos disparou 28,7% no segundo trimestre deste ano, face ao mesmo período de 2025, atingindo os 2000€/m², segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A subida supera largamente a média nacional de 18,4% e é também superior à registada em Braga (21,6%) e Guimarães (28,6%), onde os preços atingiram, respectivamente, os 2417€ e os 2060€ por metro quadrado.
Os prémios do Concurso de Montras de Natal de 2025 continuam por pagar e a Câmara de Barcelos prepara-se para assumir os 1950€ que a Associação Comercial e Industrial de Barcelos (ACIB) se comprometeu a atribuir aos comerciantes. A proposta vai ser votada na segunda-feira, 26, poucos meses após a autarquia ter concedido àquela mesma instituição um polémico subsídio de 55.000€. Pelo meio, um despacho do vereador Pedro Miguel Ferreira transforma o compromisso da ACIB numa “obrigação do Município”.
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