Transparência municipal: Barcelos afunda-se. Braga, Famalicão e Guimarães mantêm-se à tona
Reconquistada aos socialistas, a Câmara que passou a ser liderada por Mário Constantino não se afasta dos últimos lugares da tabela que mede os índices de transparência municipal.
O município de Barcelos ocupa o 47.º lugar do ranking das 50 maiores cidades de Portugal nos índices de transparência da Dyntra, uma organização internacional independente, sem fins lucrativos, sediada em Bruxelas, Bélgica.
Conhecidos em Outubro último, os resultados revelam ainda que, à medida que o ranking abrange um maior número de autarquias, mais Barcelos se afunda na tabela. Em Outubro de 2021, era 93.ª num universo de 113 câmaras. Agora, avaliados que foram 121 municípios, caiu para a 100.ª posição.
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A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
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