PSD e CDS em silêncio perante caso do ex-vereador condenado por corrupção que faz orçamentos municipais sem ter vínculo à Câmara
Estão mudos e quedos os dois partidos que suportam a coligação que governa o Município. Do lado da oposição, exigem-se esclarecimentos. A participação ilegal e promiscua do ex-vereador (esq. na foto) na elaboração dos orçamentos de 2024 e 2025 foi denunciada pelo SETE JORNAL há uma semana.
O pedido para comentar o caso e dar a conhecer que diligências os partidos iriam adoptar chegou à caixa de correio electrónico de todos os líderes dos grupos municipais no passado dia 1. Seguiram-se vários contactos telefónicos que só Alexandrino Ribeiro, do PSD, se mostrou indisponível para atender, apesar da insistência do SETE JORNAL.
Aos sociais-democratas juntaram-se o CDS e o PCP, que não quiseram tomar posição sobre a circunstância dos dois últimos orçamentos municipais terem sido concebidos por Domingos Pereira. A perplexidade
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Jorge Cruz (foto) comprometeu-se a entregar um conjunto de documentos caso o parecer jurídico que o próprio solicitou assim o recomendasse. E recomendou, mas o presidente da EMEC ignorou-o vai para dois meses. O SETE JORNAL quer saber em que circunstâncias dois trabalhadores daquela empresa municipal participaram, no período laboral, em acções de campanha da coligação PSD/CDS.
Foi escrito na Austrália, mas é direcionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.
Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.
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