PRR dá 3,6 milhões para obras em cinco unidades de saúde
O Município de Barcelos viu aprovados cinco projectos de requalificação no âmbito da Reforma dos Cuidados de Saúde Primários, cujo financiamento é assegurado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). São 3.570.000€ comparticipados a 100%.
A maior verba destina-se ao Centro de Saúde de Barcelinhos, para onde estão alocados dois milhões de euros. As empreitadas a levar a cabo no Edifício Cávado Saúde, na Lama, e na Unidade de Saúde Familiar Lígios, em Lijó, têm um custo de 690.000€ e 550.000€, respectivamente. O Centro de Saúde de Barcelos (S. José) recebe 180.000€ e a requalificação do Edifício Alcaide de Faria, em Vila Seca, vai custar 150.000€.
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Pela terceira vez em sete meses, o executivo de Mário Constantino tentará aprovar hoje, 2, um subsídio à ACIB (55.000€) para suportar despesas não comprovadas e que, num dos casos, terão sido realizadas há quase três anos. As respostas às perguntas do SETE JORNAL são evasivas e, noutras situações, comprovam que o Município desconhece o que vai pagar.
O SETE JORNAL falou com um conjunto de pessoas que desconheciam ter as quotas em dia e deixaram claro que se o seu nome consta dos cadernos eleitorais foi porque “alguém as pagou”. Entre os quase 3000 militantes reactivados – só em Barcelos – nos últimos meses, há dezenas de mortos, sendo que foi possível identificar, pelo menos, sete antigos autarcas.
Neste período, saiu da Assembleia da República, passou a desempenhar funções de vereador em regime de permanência e, em Novembro do ano passado, iniciou um novo mandato na Câmara de Barcelos. Estas circunstâncias, entre outras, obrigavam o agora candidato à Distrital de Braga do PSD a actualizar a Declaração Única junto da Entidade para a Transparência, mas nunca o fez. A irregularidade é sancionada com perda de mandato.
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