Projecto imobiliário da Santa Casa pode ditar encerramento do infantário mais antigo do concelho
As 30 crianças entregues aos cuidados do Infantário de Santa Maria da Fonte de Baixo vão ter de abandonar as actuais instalações em Agosto. A direcção já admite ter de fechar portas porque não consegue um espaço para as recolocar.
Em 2013, a intenção da Santa Casa da Misericórdia de Barcelos (SCMB), proprietária do imóvel, visava a “recuperação” do edifício mantendo-o, todavia, destinado a “infantário”. Esta vontade está plasmada no pedido de isenção de taxas formulado pelo provedor de então, António Brochado Pedras.
O projecto inicial foi entretanto objecto de reformulação e, em Novembro de 2023, deu entrada na Câmara tendo em vista licenciar obras de “alteração e ampliação” do referido prédio. A intenção de o afectar a serviços educacionais
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A Entidade Reguladora da Saúde identificou constrangimentos no acesso a cuidados após encaminhamento pela Linha SNS24, o que levou à emissão de recomendações às 27 unidades locais de saúde abrangidas pelo projecto. Na ULS Barcelos/Esposende, os números agora facultados ao SETE JORNAL revelam uma realidade aparentemente distinta, com apenas oito reclamações registadas desde a adesão ao modelo.
O vereador (foto) anunciou uma sindicância à Divisão de Fiscalização e Contraordenações depois de concluir que os serviços municipais falharam no acompanhamento da construção ilegal de um altar campal em Balugães. O procedimento destinava-se a apurar as razões pelas quais a obra avançou até à conclusão sem qualquer embargo municipal. Mais de dois meses depois, a sindicância não foi instaurada e a autarquia optou pelo silêncio.
Há 20 anos, o anúncio do encerramento da maternidade do Hospital Santa Maria Maior desencadeou uma das maiores mobilizações cívicas e políticas da história recente de Barcelos. Durante meses, milhares de pessoas saíram à rua, os partidos (quase) deixaram de lado divergências, a autarquia avançou para os tribunais e o debate chegou ao centro da agenda nacional. Duas décadas depois, o SETE JORNAL revisita os acontecimentos, os protagonistas e os momentos que transformaram a defesa da maternidade numa causa colectiva sem precedentes no concelho.
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