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Barcelos

Presidente da Junta de Lama faz negócios com irmã e arrisca perda de mandato

Através de ajustes directos, Rosa Costa (foto) contratou uma irmã para prestar serviços à Junta de Freguesia, tendo-lhe pago milhares de euros ao longo de, pelo menos, 22 meses. A autarca, que só após queixa à CADA se dispôs a fornecer vários documentos ao SETE JORNAL, estava legalmente impedida de participar nos actos de contratação, mas interveio neles de forma continuada.

PAULO VILA

25 de Setembro 2025
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Investigação
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A lei e os pareceres jurídicos acerca dos impedimentos de titulares de cargos políticos são variados e esclarecedores, mas a presidente da Junta de Freguesia de Lama ignorou-os. Pelo facto de ser irmã de Isabel Maria Fernandes da Costa, a autarca nunca poderia ter assumido qualquer intervenção nos procedimentos que levaram à contratação daquela familiar. Todavia, foi Rosa Costa quem conduziu os negócios, tendo inclusive sido designada para acompanhar a execução dos contratos. É também sua a assinatura que consta dos documentos com
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A Entidade Reguladora da Saúde identificou constrangimentos no acesso a cuidados após encaminhamento pela Linha SNS24, o que levou à emissão de recomendações às 27 unidades locais de saúde abrangidas pelo projecto. Na ULS Barcelos/Esposende, os números agora facultados ao SETE JORNAL revelam uma realidade aparentemente distinta, com apenas oito reclamações registadas desde a adesão ao modelo.

Saúde
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O vereador (foto) anunciou uma sindicância à Divisão de Fiscalização e Contraordenações depois de concluir que os serviços municipais falharam no acompanhamento da construção ilegal de um altar campal em Balugães. O procedimento destinava-se a apurar as razões pelas quais a obra avançou até à conclusão sem qualquer embargo municipal. Mais de dois meses depois, a sindicância não foi instaurada e a autarquia optou pelo silêncio.

Sociedade
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Barcelos
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Maternidade de Barcelos: a batalha que, há 20 anos, mobilizou uma cidade

Há 20 anos, o anúncio do encerramento da maternidade do Hospital Santa Maria Maior desencadeou uma das maiores mobilizações cívicas e políticas da história recente de Barcelos. Durante meses, milhares de pessoas saíram à rua, os partidos (quase) deixaram de lado divergências, a autarquia avançou para os tribunais e o debate chegou ao centro da agenda nacional. Duas décadas depois, o SETE JORNAL revisita os acontecimentos, os protagonistas e os momentos que transformaram a defesa da maternidade numa causa colectiva sem precedentes no concelho.

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