Plataformas de embarque na linha do Minho: IP está a “avaliar” fazer o que anunciou em 2016 que faria
O “prolongamento” das plataformas de passageiros foi assumido como sendo um dos “objectivos” da modernização da linha do Minho. Apesar de necessárias, as obras não foram executadas. A Infraestruturas de Portugal (IP) admite agora ao SETE JORNAL avançar com uma empreitada no final do próximo ano.
Decorria 2019 e não foi preciso esperar pela conclusão dos trabalhos de modernização da linha do Minho para se ouvirem as primeiras críticas. Maquinistas, revisores e passageiros anteviam o que o dia-a-dia os esperava assim que a nova oferta da CP chegasse aos carris. Os comboios formados por mais de três carruagens ou de duas automotoras alinhariam as portas com a via-férrea, expondo os clientes ao risco de queda (foto). O Intercidades, que passou a ligar diariamente Lisboa e Valença com um comboio em cada sentido, é o maior dos quebra-cabeças,
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Jorge Cruz (foto) comprometeu-se a entregar um conjunto de documentos caso o parecer jurídico que o próprio solicitou assim o recomendasse. E recomendou, mas o presidente da EMEC ignorou-o vai para dois meses. O SETE JORNAL quer saber em que circunstâncias dois trabalhadores daquela empresa municipal participaram, no período laboral, em acções de campanha da coligação PSD/CDS.
Foi escrito na Austrália, mas é direcionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.
Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.
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