Penas até 14 anos de prisão para grupo criminoso que traficava droga em contentores de fruta
Apenas dois dos nove arguidos foram absolvidos, entre eles o comerciante de Barcelos, Rui Miranda, responsável pela importação da fruta. O Ministério Público (MP) deverá, contudo, recorrer da decisão que hoje, 16, foi conhecida no Tribunal de Braga.
Fixadas em oito anos e dois meses por cumulo jurídico, são as penas mais leves e foram aplicadas aos quatro operacionais contratados para extrair a cocaína das longarinas de um contentor de bananas que, a 21 de Dezembro de 2022, foi apreendida num pavilhão em Gilmonde, Barcelos. Oriundos de Espanha e da Holanda, Pedro Garcia, Frank Canela, Kurvin Bergonje e Yunior Suazo ouviram ainda o juiz Martins Moreira, que presidiu ao colectivo, a aplicar-lhes a pena acessória de expulsão do território nacional por cinco anos.
O Tribunal considerou
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Há 22 anos que o clube tem no Estádio Cidade de Barcelos a sua “casa”. O Município reconhece que os custos com a gestão corrente daquele equipamento são consideráveis, mas continua sem vincular o Gil Vicente a um contrato de cedência que, por força da lei, terá de assumir as despesas e encargos da sua conservação e a manutenção. Em 2022, o executivo municipal tentou regularizar a situação, mas, apurou o SETE JORNAL, o clube recusou.
Nada bate certo nos esclarecimentos que o Município tem vindo a dar sobre a forma como criou e vai resolver a desconformidade denunciada pelo SETE JORNAL. Desta feita, desdisse a informação que prestou há menos de duas semanas, mas recusa dar mais detalhes.
Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.
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