Ninguém fala das terças-feiras. Falam do primeiro Natal sem ele. Do aniversário que custa mais. Do Dia da Mãe, do Pai, das datas que vêm com aviso prévio, como tempestades anunciadas na meteorologia emocional. Mas ninguém fala das terças-feiras às 16h37...
Daquelas horas mortas em que dobramos roupa ou a olhamos para o ecrã do computador e, de repente, o mundo inclina ligeiramente para o lado errado. É aí que a ausência faz mais barulho.
Não é no cemitério. É na fila do supermercado. Não é na missa de sétimo dia. É quando
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