Estão a chegar os dias de Todos os Santos e dos Fiéis Defuntos – datas de memória, silêncio e flores. Em Portugal, o ritual repete-se com a solenidade dos anos que passam: as pessoas arranjam as sepulturas, limpam o mármore, colocam flores frescas, acendem velas. É um gesto de amor, de pertença, de continuidade.
Mas por trás das flores e do perfume dos crisântemos, há também o peso da tradição. E quem não consegue ir? E quem não sente força ou não encontra sentido em caminhar por entre sepulturas e cruzes? Há quem aponte o
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