O luto não é só tristeza. Ele também é raiva – silenciosa, intensa, que queima por dentro e ninguém vê. Que não pede licença, não se acomoda, não se curva às expectativas alheias. Raiva de quem morreu, de quem ficou, do mundo que continua a girar indiferente à sua ausência. Da injustiça de existir enquanto alguém que amávamos nos deixou. Essa raiva não aparece nos livros, nem nos filmes, nem nas conversas de consolo. Ela é invisível, para todos, excepto para quem a sente.
Essa raiva não tem rosto, mas é palpável. Ela
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