Há dores que não se explicam. Só se sentem. Só se vivem. E uma das maiores é a do luto. Quando alguém que amamos perde, nós perdemos também. Perdemos o jeito certo de ajudar, perdemos palavras, perdemos chão. Ficamos de mãos vazias, cheios de vontade, mas com medo de errar. Queremos ajudar. Queremos consertar. Dizer algo que alivie. Fazer algo que devolva cor ao que ficou cinzento. Mas diante do luto, descobrimos uma verdade desconfortável: não há palavras que possam salvar.
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