O chão está cheio de presentes que ninguém abriu. As luzes piscam como se zombassem do vazio ao lado da cadeira que sempre ficou ocupada. Há risadas vindas de todos os lados, mas dentro da pessoa enlutada há um silêncio tão pesado que poderia esmagar ossos. Bem-vindo a Dezembro, o mês que não espera, que não perdoa, que lembra incessantemente o “nunca mais”.
Enquanto o mundo gira embalado por canções alegres, há corações que sangram em segredo, tentando dar sentido ao que não tem sentido. Cada piscar de luz, cada embrulho,
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