Perder um pai ou uma mãe é uma dor que atravessa gerações e não conhece regras. Mas quando essa perda acontece na vida adulta, ela torna-se um sofrimento invisível, muitas vezes silenciado pelo próprio mundo à nossa volta. Diferente das crianças, que recebem atenção, abraços e amparo social diante da ausência parental, o adulto órfão enfrenta a perda sozinho, carregando sentimentos que ninguém parece reconhecer.
A sociedade ensina-nos que a maturidade traz resiliência, que a experiência protege-nos das dores profundas. Mas isso
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