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Barcelos

O (muito) que custa morrer. Paróquias cobram até 300€ por serviços que nem sequer realizam

A Arquidiocese de Braga condena a prática que, reconhece, pode ter uma “leitura de aproveitamento indevido ou injusto”. Em causa está a cobrança de taxas quase 12 vezes superiores às fixadas pela Igreja para os ofícios fúnebres. Mas chega a ser pior: são arrecadadas mesmo quando nenhum serviço é prestado.

PAULO VILA

5 de Junho 2025
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O (muito) que custa morrer. Paróquias cobram até 300€ por serviços que nem sequer realizam
Não era assim até o padre Manuel da Rocha ter assumido a paroquialidade de Barcelos, em finais de 2023, que passou a orientar em simultâneo com as de S. Martinho e S. Pedro (Vila Frescainha), para as quais está nomeado desde Julho de 2011. Até então, pelas exéquias fúnebres, os paroquianos de Barcelos pagavam 60€ e os não paroquianos (sem inscrição na paróquia), 150€. A taxa incluía missas de funeral, 7.º e 30.º dias – um preço acima do praticado em Barcelinhos (100€) e igual ao de Arcozelo. O Conselho Económico Paroquial
Compra de notícias e entrevistas feita pela Câmara “não é legalmente possível”...
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Compra de notícias e entrevistas feita pela Câmara “não é legalmente possível”

Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.

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Vereador leva cinco meses a acumular funções incompatíveis com o exercício da advocacia

Pedro Miguel Ferreira (foto) dispunha de 30 dias para requerer a suspensão da inscrição junto da Ordem depois de, no passado dia 10 de Novembro, ter sido designado vereador (com pelouros) da Câmara de Barcelos. O Conselho Regional do Porto confirma ao SETE JORNAL que a inscrição mantém-se “activa”. Já o advogado não presta declarações.

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Câmara gasta dezenas de milhares de euros a comprar notícias e entrevistas...
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Câmara gasta dezenas de milhares de euros a comprar notícias e entrevistas

Os contratos assumem a forma de “aquisição de publicidade institucional do Município”, mas o clausulado técnico remete para a prestação de “serviços” de “divulgação jornalística”, “entrevistas” e, até, acompanhamento de “conferências de imprensa”. A Câmara recusa-se a entregar documentos relacionados com os processos de contratação, enquanto que o regulador da comunicação social já fez saber que vai avançar com um procedimento de “averiguações preliminares”.

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