Ao mesmo tempo que a inflação e a subida do preço dos produtos arrasam o orçamento da maioria das famílias portuguesas, os municípios recorrem ao marketing político e anunciam gastar valores recorde em 2024.
“O maior” ou “o mais elevado de sempre”, foi assim que os municípios de Viana do Castelo, Esposende, Póvoa de Varzim e Barcelos anunciaram a aprovação dos respectivos orçamentos para o próximo ano. Utilizado, é certo, por muitas outras autarquias do país, o slogan vai, contudo, ao arrepio do sentimento generalizado das famílias tendo em conta a difícil situação económica que atravessam.
Em parte, este “recorde” – expressão também utilizada pelas câmaras de Viana do Castelo e Vila Verde – explica-se pelo aumento
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Nada bate certo nos esclarecimentos que o Município tem vindo a dar sobre a forma como criou e vai resolver a desconformidade denunciada pelo SETE JORNAL. Desta feita, desdisse a informação que prestou há menos de duas semanas, mas recusa dar mais detalhes.
Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.
No próximo ano sairão dos cofres da Câmara mais 2.224.435€, muito embora o orçamento que a Assembleia Municipal vota hoje, 29, tenha inscrito um montante inferior em 11,44%, pondo em causa a legalidade da deliberação. Aprovado em 2020, o saneamento financeiro continua a ser adiado e apesar do aumento exponencial das transferências, a saúde das contas da empresa é de grande vulnerabilidade.
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