O caso do impedimento que custou 85 mil euros aos cofres municipais
Proibido de acumular funções pelo executivo anterior, a Câmara de Barcelos acabou a pagar com dinheiros públicos o que um funcionário deveria ter recebido de uma empresa privada.
O acordo foi rubricado em 26 de Setembro último, em sede de audiência de tentativa de conciliação, e estabelece que o Município de Barcelos pague 85.000€ a José Ferreira Viana, “resultantes de parte de danos patrimoniais”. Tendo prescindido dos juros vencidos (46.738,10€) e da quantia que também reclamava a título de danos não patrimoniais (10.000€), as partes puseram assim fim a um processo que se arrastava desde 2010 no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAFB).
O funcionário municipal não quis prestar declarações
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Jorge Cruz (foto) comprometeu-se a entregar um conjunto de documentos caso o parecer jurídico que o próprio solicitou assim o recomendasse. E recomendou, mas o presidente da EMEC ignorou-o vai para dois meses. O SETE JORNAL quer saber em que circunstâncias dois trabalhadores daquela empresa municipal participaram, no período laboral, em acções de campanha da coligação PSD/CDS.
Foi escrito na Austrália, mas é direcionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.
Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.
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