O “boato” racista contra os ciganos que a democracia abraçou para “não estar contra a população”
Lançado anonimamente nas redes sociais, ampliado de imediato por uma página de “notícias” não inscrita na ERC, serviu para justificar o voto unânime contra a cedência de um terreno público destinado a habitação social. É para “realojamento de cidadãos de etnia cigana”, alegaram os promotores anónimos da “manifestação” que teve lugar à porta do edifício onde decorreu a votação.
O pedido formulado pela Câmara de Barcelos foi dirigido à União de Freguesias de Santa Leocádia e Vilar do Monte. Chegou ali “às oito noite” do passado dia 22 de Março, assegura o presidente da Junta, Manuel Martins (foto). No documento, assinado por Mário Constantino, alerta-se para a “existência (...) de muitas famílias a viverem em condições indignas” no concelho, pelo que o Município precisa “de ter disponíveis terrenos que se adequem à construção das habitações definidas na Estratégia Local de Habitação” (ELH),
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A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
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