Num leito de apenas 12 km, Viana passa a ter quatro pontes sobre o Lima
São quase tantas quantas as que servem os três outros concelhos que o rio atravessa em território português. A nova travessia dista apenas 4 km da de Lanheses e vais custar 19,5 milhões de euros. É mais uma obra financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Foi concebida, essencialmente, para servir a maior indústria instalada no concelho de Viana do Castelo, facto que levou a vereadora do CDS-PP, Ilda Novo, a votar contra a adjudicação da empreitada, aprovada ontem, 4, em reunião da Câmara. E o Município assume-o: “permitirá, sobretudo, que as empresas (...) abrangidas pela nova travessia possam aumentar a sua capacidade expansionista com os novos investimentos previstos, apoiando particularmente a DS Smith, empresa britânica do sector da embalagem à base de fibra de papel”.
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Lançado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) para controlar densidades excessivas de javalis, Barcelos é um dos 65 municípios do continente abrangidos pelo projecto-piloto. A iniciativa, que envolve territórios de 15 distritos, prevê apoios financeiros às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça pelos animais abatidos acima de um limiar de referência, calculado a partir dos registos das épocas venatórias anteriores.
O documento, apresentado sexta-feira, 9, com quase quatro anos de atraso, identifica como um dos principais problemas do concelho a dependência de um modelo económico assente na sub-contratação industrial e em actividades de baixo valor acrescentado, que considera “estruturalmente esgotado” e “insustentável a médio prazo”. O plano aponta, ainda, para uma combinação particularmente preocupante de baixa produtividade, salários inferiores à média nacional e envelhecimento demográfico, defendendo uma transformação profunda da economia local.
Os quatro eleitos do PS a Gamil e Midões (foto) recorreram hierarquicamente da decisão do Ministério Público de arquivar a participação em que pediam a intervenção daquele órgão para repor a legalidade na constituição da Assembleia de Freguesia. No recurso, que deu entrada segunda-feira, 12, no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga, sustentam que o arquivamento deixou por apreciar a legalidade da deliberação que declarou a renúncia aos mandatos e contestam o entendimento de que a sua ausência na sessão de instalação, em Novembro de 2025, consolidou a situação.
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