Novo hospital: Câmara em silêncio sobre terrenos (ainda) em falta para a construção dos acessos
Quase dois anos após o anúncio da aprovação da compra, quatro das 11 parcelas necessárias à construção do futuro Centro Hospitalar de Barcelos e respectivas acessibilidades continuam por adquirir. Sem aqueles terrenos, a variante Poente e os acessos não avançam. O Município tem três anos para os executar e, 15 meses volvidos, recusa dar esclarecimentos sobre o andamento do processo.
Para além das infra-estruturas de água, saneamento, electricidade, telecomunicações e gás, a execução da variante Poente e dos acessos ao futuro Centro Hospitalar de Barcelos (CHB) correm por conta do Município. Ainda no âmbito do Acordo de Cedências e Urbanização celebrado com a Sociedade Agrícola da Quinta de S. Martinho, S.A., a quem pertenciam os terrenos para onde está anunciado o novo hospital, a autarquia “obriga-se” a realizar aquelas obras “no prazo de três anos”.
A contagem começou em Fevereiro de 2025, data
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A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
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