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Nove anos de prisão por esquema que prometia futebol profissional a jovens brasileiros

Luís Gonzaga dos Santos foi condenado pelo Tribunal de Braga a nove anos de prisão efectiva por crimes de burla, auxílio à imigração ilegal, falsificação de documentos e usurpação de funções. Entre os documentos apreendidos na investigação está uma declaração carimbada e assinada pelo Gil Vicente FC autorizando a transferência de um jogador. O acórdão não estabelece, porém, qualquer envolvimento do clube nos crimes.

PAULO VILA

11 de Setembro 2026
Nove anos de prisão por esquema que prometia futebol profissional a jovens brasileiros
O Tribunal de Braga condenou Luís Gonzaga dos Santos a nove anos de prisão efectiva por uma actividade criminosa desenvolvida em torno da captação de jovens jogadores de futebol no Brasil, a quem eram prometidos contratos profissionais em clubes portugueses. Proferido a 9 de Setembro, o acórdão a que o SETE JORNAL teve acesso considera que o arguido actuou de forma continuada, envolvendo seis vítimas e recorrendo a documentos falsos para sustentar as promessas feitas aos futebolistas. Luís Gonzaga dos Santos, cidadão angolano residente
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Teia arranca com cinco arguidos em silêncio e Miguel Costa Gomes a rejeitar responsabilidades nos contratos de Barcelos

As versões apresentadas por Miguel Costa Gomes e Joaquim Couto após serem detidos, em 2019, foram hoje reproduzidas em tribunal, a pedido do Ministério Público, depois dos cinco arguidos terem optado por não prestar declarações. Nelas, o antigo presidente da Câmara de Barcelos rejeitou as acusações e sustentou que as contratações das empresas de Manuela Sousa foram “sempre” conduzidas pelo então vice-presidente Domingos Pereira (ambos na foto).

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Teia começa hoje a ser julgada no Porto: 111 crimes, 1,4 milhões em contratos e Barcelos no centro da acusação

O julgamento da Operação Teia começa hoje, 15, no Tribunal de São João Novo, no Porto, com cinco arguidos acusados de um total de 111 crimes e uma parte central da acusação a passar por Barcelos. O Ministério Público atribui aos antigos presidente e vice-presidente da Câmara, Miguel Costa Gomes e Domingos Pereira, 31 crimes relacionados, entre outros factos, com a contratação de empresas de Manuela Sousa, num conjunto de negócios que movimentou cerca de 1,4 milhões de euros.

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Presidente da Junta de Manhente acusado de agredir e ameaçar secretário durante reunião...
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Presidente da Junta de Manhente acusado de agredir e ameaçar secretário durante reunião

A acta regista que Roberto Bogas (foto) atingiu Ricardo Vilas Boas com um “agrafador de grandes dimensões”, agarrou-o pelo pescoço e voltou a agredi-lo com três socos, acusações que o presidente da Junta nega “categoricamente”. O secretário participou os factos à GNR depois de receber assistência no Hospital de Barcelos, sendo o relato da acta muito semelhante ao da participação policial a que o SETE JORNAL teve acesso.

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