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Barcelos

Ministério Público reclama proibição do exercício de funções públicas e políticas para arguidos

Além da condenação pelos vários crimes em co-autoria de que estão acusados, o ex-presidente da Câmara de Barcelos e os restantes quatro arguidos podem vir, também, a ser punidos com penas acessórias. O julgamento prossegue hoje, 18, no Tribunal de Braga (foto), com a audição, entre outros, da última das três técnicas superiores do Município que estão no banco do réus.

PAULO VILA

17 de Setembro 2024
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Ministério Público reclama proibição do exercício de funções públicas e políticas para arguidos
Porque os factos que lhes são imputados representam “uma grave violação dos deveres a que se encontravam adstritos no seu exercício funcional, capaz de determinar a perda da confiança necessária, deverão ser proibidos do exercício de funções públicas ou cargo político”. O pedido do Ministério Público (MP) fecha a acusação a que o SETE JORNAL teve acesso e visa os cinco arguidos do processo. Caso seja decretada, a proibição pode ir de dois a oito anos e terá como consequência imediata o despedimento. A inibição do exercício
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Há 22 anos que o clube tem no Estádio Cidade de Barcelos a sua “casa”. O Município reconhece que os custos com a gestão corrente daquele equipamento são consideráveis, mas continua sem vincular o Gil Vicente a um contrato de cedência que, por força da lei, terá de assumir as despesas e encargos da sua conservação e a manutenção. Em 2022, o executivo municipal tentou regularizar a situação, mas, apurou o SETE JORNAL, o clube recusou.

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Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.

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