Julgamento do “caso G Protect” outra vez adiado: “lembraram-se agora que o arguido não foi notificado”
A poucos dias do início do julgamento, o mandatário de um dos arguidos alegou que o constituinte que representa não foi regularmente notificado e o Tribunal de Braga acabou a reconhecer que não havia condições para iniciar os trabalhos. “O seu cliente neste momento desapareceu”, contrapôs, ainda assim, um dos juízes.
Já com 11 dos 13 arguidos na sala, a troca de argumentos prolongou-se por longos minutos e ditou um novo adiamento do julgamento cujo arranque está a ser sucessivamente protelado desde Abril do ano passado. Desta feita, a razão ficou a dever-se a um requerimento do advogado Jorge Pereira que deu entrada no Tribunal de Braga a 30 de Abril, a três dias úteis do início da primeira sessão, marcada para hoje, 7.
Entre silêncios e vozes alteradas, discutiu-se o facto do arguido Marcos Lima ter sido notificado das datas de julgamento na antiga
A informação com qualidade, rigor, actual e feita por jornalistas profissionais só é possível pagando àqueles
que a produzem o justo valor pela responsabilidade pública que assumem. E a independência e a capacidade para
escrutinar os poderes públicos e os seus abusos serão tanto maiores quanto maior for o número de leitores que se
disponibilizarem para pagar esse trabalho.
Apoie a causa do jornalismo livre e ajude-nos a fazer do SETE JORNAL a sua voz a favor de uma
sociedade mais
justa, esclarecida e verdadeira.
Para continuar a ler este e outros artigos exclusivos torne-se
assinante.
A freguesia de Alheira volta a receber amanhã, 8, a tradicional feira do gado integrada nas festividades em honra de São Lourenço e São Silvestre. Numa altura em que este tipo de certames praticamente desapareceu da maioria das localidades da região, a iniciativa mantém viva uma tradição cuja origem remonta a meados do século passado e que nasceu da fé dos lavradores e da importância que o gado assumia na economia rural de outros tempos.
A fotografia contemporânea volta a ocupar o Fórum Cultural das Neves esta sexta-feira, 7, mas desta vez com uma ambição que vai além de uma exposição temporária. A inauguração da primeira mostra do Neiva Lab. assinala o arranque público de um projecto de residências artísticas pensado para se prolongar até 2029, reunindo criadores convidados a desenvolver trabalhos a partir do território, das suas comunidades e das suas memórias.
Primeiro foi a instalação de uma estrutura num jardim público sem qualquer licença municipal. Seguiu-se a utilização de água da rede camarária em condições que a própria autarquia admitiu necessitarem de fiscalização. Agora, o SETE JORNAL apurou que o Yara Terrace ocupa domínio público para além da área autorizada, tendo colocado a copa e as instalações sanitárias fora do perímetro licenciado. Questionada sobre mais este incumprimento, a Câmara voltou a não responder.
Se pretender receber no seu e-mail os tópicos das principais notícias do SETE JORNAL, subscreva a nossa newsletter. Faremos um uso regrado desta ferramenta e comprometemo-nos a não inundar-lhe a caixa de correio.