José Carlos Costa demite-se da presidência da Mesa da Concelhia do Partido Socialista
Indignado pela forma como Barcelos foi tratada pelo presidente da Federação Distrital e pelo secretário-geral do PS, José Carlos Costa abandona todos os cargos e remete-se à condição de militante de base.
Se o 10.º lugar na lista de deputados por Braga atribuído inicialmente a Nuno Martins, presidente da Concelhia de Barcelos, já era mau, o 12.º onde acabou por ficar é visto como absolutamente inaceitável. E, como tal, no lugar de Nuno Martins, José Carlos Costa sabe bem o que faria. “Barcelos fica claramente fragilizado. Se eu fosse presidente da Comissão Política Concelhia, o meu nome não ia naquela lista. Não aceitava o 12.º lugar”, disse ao SETE JORNAL. O PS de Barcelos mergulha novamente numa crise interna que, sendo previsível,
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Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.
Pedro Miguel Ferreira (foto) dispunha de 30 dias para requerer a suspensão da inscrição junto da Ordem depois de, no passado dia 10 de Novembro, ter sido designado vereador (com pelouros) da Câmara de Barcelos. O Conselho Regional do Porto confirma ao SETE JORNAL que a inscrição mantém-se “activa”. Já o advogado não presta declarações.
Os contratos assumem a forma de “aquisição de publicidade institucional do Município”, mas o clausulado técnico remete para a prestação de “serviços” de “divulgação jornalística”, “entrevistas” e, até, acompanhamento de “conferências de imprensa”. A Câmara recusa-se a entregar documentos relacionados com os processos de contratação, enquanto que o regulador da comunicação social já fez saber que vai avançar com um procedimento de “averiguações preliminares”.
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