Grupo que detém Águas de Barcelos pode mudar de mãos pela quarta vez em dez anos
Em finais do ano passado, o fundo Antin Infrastructure Partners colocou a Indaqua à venda por cerca de 800 milhões de euros. O negócio de alienação da empresa que detém a Águas de Barcelos deverá dar os primeiros passos já no próximo mês e, a concretizar-se, será a quarta vez na última década que a Indaqua é vendida.
O calendário provisório da operação, que ainda se encontra na fase inicial, prevê que as ofertas não vinculativas cheguem durante o mês de Fevereiro, sendo que o objectivo passa por assinar um eventual acordo de compra e venda até meados deste ano. Para concretizar o negócio, o fundo francês de investimentos em infra-estruturas já recorreu ao apoio financeiro dos bancos Société Générale e Citi.
Alguma imprensa estrangeira noticia que a Antin pretende obter 1,2 mil milhões de euros com a venda da Indaqua, enquanto que O Jornal
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A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.
A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.
Um estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, divulgado a 29 de Setembro, revela uma forte dependência do transporte individual nas cidades pequenas do litoral não metropolitano. Nesta categoria, na qual é integrada Barcelos, apenas 14% dos inquiridos recorrem ao transporte colectivo. Ainda assim, 76% mostram-se satisfeitos com a cidade onde vivem.
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