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Barcelos

Gil Vicente FC: o inquilino a quem a Câmara paga a conta, perdoa a renda e dá avultados subsídios

Há 22 anos que o clube tem no Estádio Cidade de Barcelos a sua “casa”. O Município reconhece que os custos com a gestão corrente daquele equipamento são consideráveis, mas continua sem vincular o Gil Vicente a um contrato de cedência que, por força da lei, terá de assumir as despesas e encargos da sua conservação e manutenção. Em 2022, o executivo municipal tentou regularizar a situação, mas, apurou o SETE JORNAL, o clube recusou.

PAULO VILA

15 de Janeiro 2026
Exclusivo
Investigação
Gil Vicente FC: o inquilino a quem a Câmara paga a conta, perdoa a renda e dá avultados subsídios
Desde que entrou em funcionamento, em 2004, o Estádio Cidade de Barcelos é utilizado em exclusivo pelo Gil Vicente Futebol Clube (GVFC). Impõem-se como excepções as três vezes por ano em que a Associação de Futebol Popular é autorizada a realizar ali a Taça Cidade de Barcelos, a Supertaça e a final do campeonato da II divisão – esta última pelo facto da competição ser disputada em duas séries. Em 2025, a “casa” do Gil Vicente custou ao erário público quase 400.000€ só em gestão corrente. Pelo gasto elevado que representam
Caso G Protect: leitura do acórdão adiada para 28 de Outubro por atraso na deliberação...
Barcelos

Caso G Protect: leitura do acórdão adiada para 28 de Outubro por atraso na deliberação do colectivo

A leitura do acórdão do caso G Protect foi adiada de 9 para 28 de Outubro, devido à complexidade do processo e ao atraso na conclusão da deliberação do colectivo de juízes. Este adiamento faz com que o ex-vice-presidente da Câmara de Barcelos, Domingos Pereira, fique a conhecer, num intervalo de apenas 13 dias, as decisões de três processos em que o Ministério Público pediu a sua condenação.

Justiça
Crise política na Junta de Manhente ameaça provocar eleições intercalares...
Barcelos
Exclusivo

Crise política na Junta de Manhente ameaça provocar eleições intercalares

A ruptura política que há vários meses divide a Junta de Manhente entrou ontem, 7, numa fase decisiva, com a estrutura concelhia do PSD a assumir a impossibilidade de manter o actual executivo e a apontar para uma solução que ditará a sua queda e a convocação de eleições intercalares. A decisão surge depois de meses de confronto entre Roberto Bogas e os restantes elementos da Junta, mas também quatro dias após o SETE JORNAL ter noticiado que o presidente da autarquia recorreu a uma ligação clandestina à rede eléctrica para servir um parque da freguesia.

Política