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Barcelos

Financiamento à EMEC mais do que duplicou em cinco anos, mas passivo continua a aumentar

No próximo ano sairão dos cofres da Câmara mais 2.224.435€, muito embora o orçamento que a Assembleia Municipal vota hoje, 29, tenha inscrito um montante inferior em 11,44%, pondo em causa a legalidade da deliberação. Aprovado em 2020, o saneamento financeiro continua a ser adiado e apesar do aumento exponencial das transferências, a saúde das contas da empresa é de grande vulnerabilidade.

PAULO VILA

29 de Dezembro 2025
Financiamento à EMEC mais do que duplicou em cinco anos, mas passivo continua a aumentar
Conhecido há um ano, o estudo de viabilidade económica encomendado pela Empresa Municipal de Educação e Cultura (EMEC) apontava “como necessário” a Câmara proceder a “um aporte de capital (...) não inferior a 1,4 milhões de euros a concretizar em 2025”. Valores que poderiam, até, “ser superiores” tendo em “conta as possíveis indemnizações a pagar” no quadro de despedimentos que ali foi sugerido, embora negado pela EMEC. A “redução na ordem dos 200.000€ nos gastos anuais” mostrava-se igualmente “necessária”. Contudo,
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Há 22 anos que o clube tem no Estádio Cidade de Barcelos a sua “casa”. O Município reconhece que os custos com a gestão corrente daquele equipamento são consideráveis, mas continua sem vincular o Gil Vicente a um contrato de cedência que, por força da lei, terá de assumir as despesas e encargos da sua conservação e a manutenção. Em 2022, o executivo municipal tentou regularizar a situação, mas, apurou o SETE JORNAL, o clube recusou.

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Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.

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