Ex-vereador dá o dito por não dito em tribunal sobre perseguições a funcionários do Município
Depois de ter denunciado um “clima intimidatório, hostil e de permanente perseguição” a muitos funcionários do Município, o antigo vice-presidente da Câmara de Barcelos negou hoje em tribunal que tal tenha acontecido. Domingos Pereira testemunhou a favor de Miguel Costa Gomes, a quem, na época, chamou “mentiroso e manipulador”.
“Alguma vez teve notícia de algum funcionário ter sido perseguido?” A resposta à pergunta do advogado João de Castro Baptista, mandatário do ex-presidente da Câmara, não se fez esperar. “Não”, disse Domingos Pereira, testemunha arrolada pela defesa de Miguel Costa Gomes, que está a ser julgado – a par de quatro técnicos superiores do Município – pelos crimes de prevaricação, falsificação, abuso de poder e perseguição a funcionário municipal.
Na audiência que decorreu esta segunda-feira, 27, no Tribunal de Braga,
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A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
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