Europeias. O que fica para além da vitória estrondosa da AD
O triunfo da coligação PSD/CDS/PPM ofusca alguns dados relevantes que o SETE JORNAL foi pescar aos resultados das europeias no concelho. Da ultrapassagem da ADN à CDU, da hecatombe do BE, PAN e Chega que, ainda assim, levou a melhor sobre o PS em duas freguesias, há muitos números para conferir.
É uma vitória em toda a linha aquela que a Aliança Democrática (AD) conseguiu em Barcelos, fixando-se nos 42,28% contra os 27,96% do PS. A comparação com as europeias de 2019 não pode ser feita pelo número de votos já que a diminuição da abstenção permitiu um reforço dos maiores partidos. Como quer que seja, as somas percentuais do PSD e do CDS dão à coligação um resultado que supera em mais de 3% os valores alcançados há cinco anos, quando os dois partidos concorreram separados (39,22%).
Por seu turno, o PS, apesar de ter
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A coligação acusa João Rodrigues (foto) de ter financiado um “evento económico e mediático” com dinheiro do Município de Braga através de um expediente que contornou as regras da contratação pública. Ao autarca, a CDU exige agora os “devidos esclarecimentos” ao mesmo tempo que promete participar o caso à Inspeção-Geral de Finanças (IGF), Tribunal de Contas e Direcção-Geral das Autarquias Locais (DGAL).
A versão exclusivamente digital já era possível obter através da App CP, mediante o pagamento de 0,50€. Agora, o Passe Ferroviário Verde passa agora a estar disponível também na aplicação móvel gov.pt, deixando assim de ser necessário um cartão físico, anunciou o Governo.
O vereador Carlos Eduardo Reis (foto) garante que a “situação foi comunicada” em Novembro de 2025. Todavia, a obra já estava concluída quando o Município de Barcelos deu conhecimento ao Património Cultural e à CCDR-N de que o altar campal foi construído sem licença e as medidas de minimização de impacto arqueológico não foram cumpridas.
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