Em Cossourado, a tradição ainda é o que era… assim não falte o “pão das almas”
O dia é de Todos os Santos, mas naquela aldeia do concelho de Barcelos a celebração vai para além da romagem ao cemitério e do descanso que o feriado proporciona. Setecentos quilos de broa é quanto custa alimentar a tradição que a aldeia não quer deixar cair.
Sob chuva da época ou, quando não, iluminados pela luz fraca de um sol outonal em final de tarde, anos após ano, os magotes que abandonam o cemitério de Cossourado caminham sem pressa até ao largo da igreja. Da carrinha que por ali estacionava já só resta a memória, assim como sobre muitos outros aspectos desta tradição.
Agora, os cestos com o “pão das almas” que outros fiéis – vindos, talvez, da visita a cemitérios vizinhos – também ali procuram têm, desde há uns anos, um novo abrigo. O burburinho constante entoa, nos
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O preço mediano da habitação em Barcelos disparou 28,7% no segundo trimestre deste ano, face ao mesmo período de 2025, atingindo os 2000€/m², segundo os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). A subida supera largamente a média nacional de 18,4% e é também superior à registada em Braga (21,6%) e Guimarães (28,6%), onde os preços atingiram, respectivamente, os 2417€ e os 2060€ por metro quadrado.
Os prémios do Concurso de Montras de Natal de 2025 continuam por pagar e a Câmara de Barcelos prepara-se para assumir os 1950€ que a Associação Comercial e Industrial de Barcelos (ACIB) se comprometeu a atribuir aos comerciantes. A proposta vai ser votada na segunda-feira, 26, poucos meses após a autarquia ter concedido àquela mesma instituição um polémico subsídio de 55.000€. Pelo meio, um despacho do vereador Pedro Miguel Ferreira transforma o compromisso da ACIB numa “obrigação do Município”.
Quase 20.000€ para instalar dois pulverizadores de água na cidade, foi quanto a Câmara de Barcelos gastou num aluguer cuja necessidade justificou com o calor do Verão e que, embora contratado por um mês, se prolongou pelo dobro do tempo, como estava inicialmente previsto. Esta é apenas uma das incongruências de um procedimento em que o contrato foi celebrado com o serviço já em curso e apresenta assinaturas manuscritas que, segundo a Câmara, foram apostas presencialmente a 12 de Agosto, quando o vereador que o assinou se encontrava de férias no estrangeiro. Confrontada pelo SETE JORNAL, a autarquia apresenta explicações que levantam ainda mais dúvidas.
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