Eleições no PS. Uma candidatura para combater o “bafio” e abrir o partido à sociedade civil
Com apelos constantes a uma renovação que terá de acontecer “a bem ou a mal”, Diogo Valadas traçou um retrato sombrio do que pode vir a ser o PS de Barcelos caso permaneça “sequestrado” pela actual liderança. A fórmula, propõe o candidato à Concelhia que recebeu o apoio de uma adversária, passa por eleições primárias.
Na falta de debate interno, os problemas do partido transpuseram as paredes da sede e foram comentados na rua, acompanhados de duras criticas à direcção, que é acusada de “fechar-se em reuniões secretas” e de não ouvir os militantes. “O partido está sequestrado, está refém, está enquistado”, começou por dizer o candidato que ontem, 14, ao final da tarde, fez a apresentação da sua candidatura ao ar livre, numa das ruas da cidade.
Um ambiente a condizer com as palavras da mandatária, que foi a primeira a abrir fogo sobre a
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A situação já tem uma semana e a CP recusa dar explicações. Sem que se percebam os motivos da decisão, o comboio internacional está suprimido em todo o trajecto e o intercidades que, de segunda a sábado, faz a ligação Valença-Lisboa e volta, deixou de circular entre a cidade alto-minhota e o Porto.
A cumprir os últimos dias do segundo mandato à frente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga, o eurodeputado (foto) recandidata-se ao cargo. Desta vez, terá (pelo menos) um adversário para disputar as eleições, que assumiu oficialmente a candidatura no mesmo dia em que Paulo Cunha comunicou a intenção de entrar na corrida, embora negue tê-lo feito.
António José Seguro mais do que duplicou o resultado obtido na primeira volta e ganhou as eleições presidenciais em Barcelos com 62,88% dos votos. Em três das 65 freguesias do concelho, André Ventura superou a votação do adversário. Não tendo ido além dos 3,86%, o número de votos em branco quase triplicou.
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