Eleições no PS: militantes denunciam actos “vergonhosos”
À semelhança de anos anteriores, as eleições para as estruturas locais do PS de Barcelos voltam a estar debaixo de acesa polémica. Desta feita, há militantes a queixarem-se de que foram incluídos contra vontade numa das listas e de a sua assinatura ter sido falsificada. Os socialistas vão a votos no próximo sábado, 6.
A controvérsia estalou na passada terça-feira, 2, depois do presidente da mesa da Assembleia-Geral, Carlos Brito, ter divulgado as listas candidatas às eleições da Comissão Política Concelhia do PS. A inclusão não autorizada do nome de alguns militantes na lista A motivou uma reacção pronta por parte de alguns dos visados. Queixam, uma vez que se tratavam de listas “fechadas”, de alguém ter “falsificado” as assinaturas das declarações de aceitação individual que teriam de constar do processo.
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Jorge Cruz (foto) comprometeu-se a entregar um conjunto de documentos caso o parecer jurídico que o próprio solicitou assim o recomendasse. E recomendou, mas o presidente da EMEC ignorou-o vai para dois meses. O SETE JORNAL quer saber em que circunstâncias dois trabalhadores daquela empresa municipal participaram, no período laboral, em acções de campanha da coligação PSD/CDS.
Foi escrito na Austrália, mas é direcionado ao público português. O que se passa acima das nossas cabeças é uma proposta da astrofísica e investigadora Elisabete da Cunha (foto) numa edição que acaba de chegar às livrarias com a chancela da Manuscrito. Nascida em Paris, foi em Barroselas (Viana do Castelo) que se deixou “fascinar” pelo “céu estrelado” sobre o qual agora escreve e que lhe moldou o destino quando tinha 13 anos.
Desta feita é a Comissão da Carteira Profissional de Jornalista a lembrar o que o senso comum reconhece, mas a Câmara de Barcelos ignorou. A execução de parte das cláusulas inscritas nos contratos que totalizam 80.268€ e vinculam o E.24, Fama TV e VM TV só é possível com o envolvimento de jornalistas, a quem “está vedada” tal participação por força da lei.
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