EDITORIAL
Contra tudo o que era expectável, Mário Constantino conseguiu transformar a governação do Município de Barcelos num gigantesco desastre político, institucional e, sobretudo, moral. Seria difícil fazer pior quando, desde a primeira hora, dispôs de todas as condições necessárias para cumprir um mandato tranquilo, digno e capaz de alcançar bons índices de reconhecimento social.
Mas não. Bem cedo, o presidente da Câmara optou por entrar numa espiral de desintegração ao achar concebível que um condenado por corrupção
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