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Viana do Castelo

Dos abraços a Montenegro aos elogios ao “grande líder” vai um partido de distância

O SETE JORNAL traça-lhe o perfil do controverso militante e vereador que, em poucos dias, trocou o PSD para ser cabeça de lista do Chega por Viana do Castelo. Um retrato onde Eduardo Teixeira quebra o silêncio e explica o que motivou a sua decisão, à mistura com duras críticas ao partido que abandona.

PAULO VILA

30 de Janeiro 2024
Exclusivo
Dos abraços a Montenegro aos elogios ao “grande líder” vai um partido de distância
A ligação de Eduardo Teixeira ao PSD é uma história com mais de 30 anos. Tem tanto de duradoura como de polémica. E terminou com estrondo quando, há alguns dias, foi dado como certo para encabeçar a lista do Chega pelo círculo eleitoral de Viana do Castelo às eleições legislativas antecipadas de 10 de Março. Num primeiro momento, Orlando Antunes, presidente da concelhia vianense do PSD, ainda duvidou que a cambalhota tivesse acontecido. “Se for verdade”, lá foi dizendo, ser-lhe-ia retirada “toda a confiança política na Câmara”,
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Está entre os principais arguidos da Operação Tutti-Frutti, acusado de 22 crimes, seis dos quais por corrupção. Sem “condições políticas” para exercer o mandato de deputado, o PSD afastou-o do Parlamento, mas, volvidos dez meses, tem-no agora com candidato à Distrital de Braga, uma das maiores do País. Em Barcelos, a arregimentação de militantes foi grande nos últimos meses e a vitória dificilmente lhe escapará.

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No próximo ano sairão dos cofres da Câmara mais 2.224.435€, muito embora o orçamento que a Assembleia Municipal vota hoje, 29, tenha inscrito um montante inferior em 11,44%, pondo em causa a legalidade da deliberação. Aprovado em 2020, o saneamento financeiro continua a ser adiado e apesar do aumento exponencial das transferências, a saúde das contas da empresa é de grande vulnerabilidade.

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