“Cuidado professor porque fizeram-lhe a folha”. Mais um dia no julgamento de um caso de perseguição a funcionário
Quando já estão agendadas mais duas audiências de julgamento, a segunda ficou marcada pelas declarações do funcionário municipal que terá sido alvo de “perseguição” por parte dos cinco arguidos, entre eles o ex-presidente da Câmara de Barcelos. O julgamento entra agora numa fase decisiva com a audição das dez testemunhas arroladas pelo Ministério Público (MP).
A inquirição a Ricardo Carvalho, assistente no processo, não está concluída, mas das suas respostas às primeiras questões do Tribunal extraem-se elementos que antecipam uma expectável confrontação com o depoimento de testemunhas arroladas pela acusação e defesa. São os casos, respectivamente, de Mateus Neiva, jurista do Município, e Vasco Real, adjunto do arguido e ex-presidente, Miguel Costa Gomes.
A este último, perante “resultados” que “quase” o excluíam do concurso de recrutamento aberto com a estrita finalidade de
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A situação já tem uma semana e a CP recusa dar explicações. Sem que se percebam os motivos da decisão, o comboio internacional está suprimido em todo o trajecto e o intercidades que, de segunda a sábado, faz a ligação Valença-Lisboa e volta, deixou de circular entre a cidade alto-minhota e o Porto.
A cumprir os últimos dias do segundo mandato à frente da Comissão Política Distrital do PSD de Braga, o eurodeputado (foto) recandidata-se ao cargo. Desta vez, terá (pelo menos) um adversário para disputar as eleições, que assumiu oficialmente a candidatura no mesmo dia em que Paulo Cunha comunicou a intenção de entrar na corrida, embora negue tê-lo feito.
António José Seguro mais do que duplicou o resultado obtido na primeira volta e ganhou as eleições presidenciais em Barcelos com 62,88% dos votos. Em três das 65 freguesias do concelho, André Ventura superou a votação do adversário. Não tendo ido além dos 3,86%, o número de votos em branco quase triplicou.
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